|
O SINO DA ALDEIA - MEMÓRIASQuinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010UM POEMA AO AMANHECER - publicado em 03-11-2006Ao som do vento Me dou ao tempo Das madrugadas, Se a chuva vem Vou-me nas águas Por si deixadas. Para trás o que ficou. A sombra longe, A pele rasgada. No orvalho, um calafrio, Um tudo ou nada. Se a lua se dilui, Vestem-se os campos De vértices de luz, Magos da noite Inventam velas, Acendem cantos. Braços abertos, Abrigo o dia Que vem de viagem E traz do outro lado A rima virgem De um outro Fado. MEMÓRIA 10 - Um poema de Jorge P.Guedes Sineiro Pode escrever aqui o seu comentário |
|